Tonces dormindo
Nada como Ter um gato, digo uma gata, dormindo sobre os pés...é mais que reconfortante...enquanto os de lá fora se apressam pra fazer as últimas compras pra ceia, enquanto os de lá fora juntam os pedaços dos que ficaram estendidos na areia, enquanto os de lá fora morrem pendurados em corrimãos de escadas e atrapalham o nosso sono com aquelas porras de foguetes de fim de ano, eu e o gato, digo gata, estamos bem aqui dentro, protegidos, em parte, de todo esse desperdício de vida. Estamos bem aqui e vamos continuar até que algum lunático resolva que nós dois somos a maior ameaça a paz mundial...mas isso vai levar algum tempo...eu espero...
rkjazz - 30/12/2004 às 09h46 PM
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Al Green é o melhor...

Tirei a noite de ontem pra baixar "mais músicas que a gente gosta de ouvir". Ontem foi a vez do pessoal da Motown e do R&B. A Motown é a conhecida gravadora que lançou o pessoal de cor da América preconceituosa, já o R&B...bom...acontece que foi um páreo difícil...a Rosi tava de assessora e, neste tipo de música, ela entende pra caramba. Eu não sou muito iniciado, mas gosto do Al Green...o cara tem a manha de fazer o que quer com a voz "que deus lhe deu" e, aliado a isso, excelentes orquestrações e arranjos dão uma contribuiçãozinha a mais pro cara. Não sei se eles gravavam com o mesmo maestro, ou conceito de orquestração – são meio parecidos e tal - mas é visível que o Sr. Al Green é diferente. Sua equalização destaca a já citada voz...e que voz...porra. naquele tempo não existia essas viadagens na hora de gravar. O cara tinha que ser bom mesmo ou era amargar uns duzentos takes com a banda inteira tocando junto. Imagine o mau humor depois do sexto ou sétimo erro de alguém? Não era nada fácil como é hoje não, onde o Pró Tools faz tudo parecer uma brincadeira de criança...até a Xuxa canta!!!! Ou pensa que canta...bom...o lance é que tinha que ser fodão mesmo, não dava pra ficar amarelando não e olha só o time: Mr. Marvin Gaye, Otis Redding, Sam Cooke, pra citar alguns dos caras que a Rosi lembrou e ia me falando. Todos são muito fodas, mas o Sr. Al Green não veio ao mundo pra brincadeiras não...acontece que depois de baixar uma porrada de músicas de todo esse time aí, a gente ficou ouvindo e sacando as músicas e os caras cantando...não teve pra ninguém não...perdoem-me Sams e Cookes, Otis e Reddings, Marvins e Gayes...mas o Sr. Al Green foi unanimidade de dois em dois ouvintes, mais a Dusty, que quando gosta da música, vem dormir por perto...simplesmente maravilhoso ver o cara brincar com a melodia, a segurança e as letras mais bacanas também...até quando o cara fala de deus e tal...porra...deus deve Ter sentido uma pontinha de orgulho nessa hora...sentiu sim...eu sentiria...um brinde ao Sr. Al Green...
Sugestão: baixem Ain’t no Sunshine When She’s Gone, How Can You Mend a Broken Heart e Let’s Stay Together, deve bastar pra sacar que o cara é o melhor...
rkjazz - às 10h52 AM
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Bom, como era de se esperar, o meu dinheiro acabou, o meu trabalho acabou e o rock’n’roll tá começando a encher o saco... mas ainda restam algumas latinhas pacientemente a minha espera na geladeira. Minhas companheiras da tarde e da noite, junto com o Corto Maltese*, companheiro absoluto desses pequenos momentos de felicidade. Então nós vamos passando por esses dias - onde se espera que nada aconteça de verdade - dos habituais tapinhas nas costas e votos que o próximo ano seja melhor do que esse que passou. Pois eu gostei desse ano. Fiz tudo, ou quase tudo que devia fazer. Vi quase tudo que queria ver...só lamento mesmo a PJ...porra...ela vai Ter de esperar mais um pouco para me conhecer...é uma pena isso...tenho certeza que nos daríamos bem na primeira tentativa...daí ela iria embora e eu ficaria aqui...com as minhas latinhas e contaria pro Corto o dia que eu conheci uma garota bem bacana...
*O Corto Maltese ilustra um copo que o grande brother Mário Bortolotto trouxe pra mim da França...é onde costumo beber as minhas cervejas.
rkjazz - 29/12/2004 às 07h57 PM
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A humanidade invadiu a minha sala ontem, ocupou toda a tela da TV com suas tragédias e falta de sensibilidade e excesso de violência e descaso com a vida de uma maneira geral. Ela pensou que ia sair impune das suas compras no shopping center, que não ia sujar a sua branca roupa de ano novo, com suas brancas reivindicações de paz...com seus vidros escuros em seus carros bacanas, com seus cartões de crédito internacionais ilimitados...eu tava ali tomando a minha habitual cerveja, com meus pequenos problemas...a humanidade consegue transformar pequenos problemas em catástrofes colossais...eu tenho cada vez menos vontade de sair de casa e me misturar a ela na rua...eu não sei da onde é que pode vir a porrada, e esse constante estado de alerta me deixa cego diante das coisas legais, das pessoas legais que a gente tromba por aí a fora...eu tenho conhecido cada vez menos pessoas...já não é como antes, quando se misturar era mais fácil...agora tenho muito mais coisas a perder...
rkjazz - às 01h36 PM
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Jim Morrison na banheira...ou a água da banheira está bacana e a gilete está aqui do lado...ou papai noel existe? Ou...sei lá...
Um dia vai existir um lugar, ou sei lá se já existe e eu não to sabendo, onde a gente possa andar descalço, onde a horda de bem sucedidos não tenha comprado o lugar mais bacana da região e colocado cercas e cães e cães de terno em pleno calor. Tem de existir um lugar onde a gente tenha o direito de dividir, repartir as coisas que a gente tem de bacana com a rapaziada, sem interesse nenhum, sem querer parecer fantástico. Esse lugar sim, eu chamaria de paraíso. Existiriam poucas pessoas também que iriam sacar o lugar, e por isso mesmo, nada daquelas intermináveis filas pra tudo que é coisa que a gente gosta de fazer...ah! Ia Ter de Ter o mar também...com uns gramados bacanas chegando até a água....com uma água quentinha escorrendo pelo corpo...com um sol ajustável e a quantidade exata de mosquitos...nem mais nem menos...e claro...eu estaria torcendo por você...esteja você onde estiver...pode Ter certeza...
rkjazz - 27/12/2004 às 01h37 PM
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Bom, eu tinha que quebra mais uma promessa, a de não escrever aqui até o "final do ano"... mas vai que ele acaba mesmo...
Feliz ano novo...as nossas mulheres.
Nossas mulheres se vestem e se desvestem...e vestem vermelho pra passar o ano...depois se arrependem da escolha ousada e voltam para o branco...medo da má sorte? Nossas mulheres nos tornam caras melhores e mais sociáveis. Não nos deixam voltar pra caverna, muito menos segurá-las pelos cabelos...pelo menos não na frente dos convidados...seria muito impróprio. Nossas mulheres mentem para nos proteger delas mesmas e nos incluem em suas orações e planos de ascensão social...e nos levam em restaurantes caros e sonham que seremos os caras ideais para o resto de suas vidas...elas fingem que está tudo bem quando entramos na sala repleta de pessoas, que não conhecemos e que conhecemos também, falando alto e com a decima oitava lata de cerveja e o copo vazio de uísque...elas sorriem e dizem bem alto, para que todos desviem a atenção da imprópria e inoportuna interferência de vida vinda da sacada "Feliz ano novo!!!" E depois elas se sentem muito sozinhas, sozinhas demais para repartirem essa solidão de mulher com caras como nós...
rkjazz - 25/12/2004 às 10h12 PM
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Chegou o natal. Eu nunca aprendo a contar direito o tempo e sempre sou pego desprevenido por esses acontecimentos que se repetem o tempo todo. Mas é natal e as pessoas esperam que a gente seja bacana com elas nessa data. Aquele vizinho, que eu não conheço e nem faço questão, me sorriu e disse, no seu politicamente correto comentário de vizinho no final de ano "tudo bom vizinho - era pra mim isso - tá acabando o ano, passou rápido né?" e eu devolvi "acabando o ano? Então era verdade aquele papo que um dia isso ia acabar?" e o cara saiu do elevador quieto, me achando extravagante com meus cavanhaques e bigodes extraídos da década de 70...nem disse tchau...uma pena...parecia estar feliz, apesar do mundo estar acabando, segundo ele mesmo...
Então, desde que me toquei que o ano está "acabando", nunca entendi isso mesmo...resolvi por as suíças de molho...e dar-me férias de todo o raciocínio e da falta dele...só volto a escrever quando o ano "começar de novo", se é que isso um dia vai acontecer...
Sei que vou sentir falta das pessoas amigas, estas datas desgraçadas são só pra piorar as coisas, mas enfim... grande abraço ao irmão branco, "Indian Runner" Mário Bortolotto e sua não menos genial esposa, e minha irmã, Sister Morphine Fernanda D’Umbra. Gostei muito de acompanhar o sucesso de vocês dois e gosto mais ainda de saber que isso só tá começando. Não sei se vai dar pra gente se ver, então um grande abraço em vocês dois e na Isabela também.
Bom, podia Ter uma dose de qualquer coisa que desfizesse esse nó desgraçado na garganta, mas não, vai no seco mesmo...aos irmãos da grande, e melhor banda de rock’n’roll que se tem notícia por essas bandas, La Carne...caras, vocês sabem mesmo fazer a diferença. Cada vez que vocês todos aparecem por aqui a gente se acostuma com a bondade e a camaradagem e a amizade de vocês que na hora que vocês vão embora, o vazio só é preenchido pelo silencio...não inventaram palavras ainda pra gente se apoiar...muito obrigado caras...ao companheiro de ofício Carlinhos e dona Tânia e Isabela, ao mestre Linari e dona Julieta, esqueci o nome do dog, ao saque mais rápido do oeste, mão direita Jorge e dona Vânia...que felicidade heim? Depois apareçam aqui pra gente conhecer a mais nova obra de arte de vocês dois...e o nome? Já sabem? Ao Sidney, que entrou no lugar do Fábio...seja bem vindo na grande família que a gente conseguiu formar por aqui e por aí também.
Tem os caras daqui, o Carlão e a Patricia, grandes irmãos onde o tempo nunca tá ruim não, o aprendiz de feiticeiro Renatinho e a dona July, o Eduardo, o Ivan e a dona Adri, o Igor e a dona Lu, o Fabiano e a dona Ellen , o Márcio que atende por baiano mesmo, e o desgraçado é baiano mesmo, muito louco isso, o Flávio e seu Gruvox, dos irmãos Rodriguinho e o mestre Alberto, e o Jhair, o Davi que acabou de me ligar, provavelmente a fim de tomar uma cerva, grande Davi. O Dary e a dona Cláudia e o Allan, a família do Terminal Guadalupe - temos uma porrada de trabalho ainda seus viados – o Rodrigo e o Rafael e a Poléxia toda, o Norberto Transmission, o Coelio e o Jansen, a Nina, o Lique, o Luciano e o Sandrão Japanese Slash, o Nico mala, que vai ser pai também...abraço a dona Nica, que vai ser a mãe, O mala do Claudião Korkóvia, o Leandro e o chulo Igor, tomara que de certo caras, mas se não der, qualquer coisa a gente bebe gim, e as pessoa que esqueci...não são muitas, é que não sou bom nesse troço de lembrar as coisas.
Até depois...quem sabe...
rkjazz - 14/12/2004 às 05h25 PM
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A vida é cheia de som e fúria...e de caras que conseguem sentir isso, me atrevo a dizer...
Também vou me atrever a fazer a coisa que nenhum especialista fez - no caso os jornalistas especializados em cultura -Estou falando de tentar passar as minhas impressões sobre o trabalho desses caras...do Transmission.
Apesar de alguns afirmarem que não tem coragem para comentar o que vem a ser o trabalho dos caras, eu me atrevo. Só que primeiro, acho importante falar do criador para depois passar para a criatura. Vamos lá. O cara atende pelo nome de Norberto...as vezes Pie...não sei quando chamar ele assim ou assado, mas Norberto quebra o galho. O cara deve estar na casa dos trinta e poucos agora. É velho nessa batalha de fazer aquilo que se acredita ser o que deve ser feito, e é novo demais pra Ter um rótulo. SKIJKTL...AAAAAAMALENCARADA, porra, o cara teve umas trocentas bandas que eu sempre achei legais, mas uma coisa me chama a atenção, a sonoridade. Não dá pra não ver, ou melhor, escutar a guitarra do Norberto - vou reduzí-lo a Beto, me perdoa, preguiça pura cara - isso é uma coisa muito séria. Passa pela escolha dos captadores, da guitarra, do amplificador, da vida que vai se levar, da garota pra sair hoje...cerveja ou vodka? Tanto faz. A impressão é a que fica. E é muito autentica. Aos nacionalistas, o cara canta em inglês as coisas que acontecem por aqui e por lá e dentro da cabeça dele também. Talvez seja uma tentativa de universalizar essa porra de lentidão em que as coisas acontecem. Talvez, ou "maybe". O lance é que foi o único cara que eu conheço que se manteve na linha, na sua própria linha. Eu sou o maior vendido, o cara não, e eu respeito profundamente isso, de verdade. Beto e suas Gibson de anos mais antigos que nós dois juntos. Falar com o cara é um passeio, levem cervejas e se preparem pra boas histórias, ele tem o que contar, diferentemente de um punhado de punheteiros por aí. Bom, o Transmission? O que falar de uma banda que tem um cara que faz disso a sua vida? Excelente? Não sei se é isso, se a gente pode mediocrizar a coisa toda, simplificar e dizer, ou melhor, tentar procurar no nosso arquivo de timbres prontos e soltar um "parece isso", mas "meio aquilo"...não sou crítico de música...nem jornalista especializado em qualquer merda que seja...sou uma pessoa qualquer que escuta muito pouca música. Nunca estou a par do último lançamento da indústria, seja ela independente ou não. Descubro as coisas lentamente. Foi assim também com o Transmission. O Beto me mandou um e-mail de um show (que eu nunca vi porque estou perdendo tempo com a minha vida por aí) deles. Então tinha link na Trama e tal. Claro que baixei. Claro que ouvi e ouvi a guitarra ora suja ora limpinha do beto, aquela que ele mesmo montou. Claro que pintou aquele riso torto de felicidade por ver que certas pessoas se mantém intactas em sua originalidade. Claro que pintou uma pontinha de uma invejazinha saudável, se é que isso é possível, e um "porra, nunca fiz nada com esse cara, e daqui a pouco pode ser muito tarde pra qualquer um de nós dois". O Transmission foi solenemente ignorado pela imprensa especializada em coisas palatáveis, o que para os padrões de Curitiba, é um elogio. Entendo perfeitamente isso. Como falar de uma coisa sem qualquer referencia pessoal, sem uma sintonia verdadeira com a música que se está ouvindo? Não to falando de coisas do tipo referencias quilométricas sobre o rock feito em Istambul ou na puta que o pariu mesmo...isso é para historiadores, sujeitos que fazem enciclopédias...to falando que os caras que escrevem sobre música, os deuses da mídia, quando alguém sai da linha "isso é isso ou aquilo", se perdem que dá dó. Daí destilam uma porrada de baboseiras tipo: influências do Sonic Youth, dos Incas Venuzianos...pode ser...mas alguém percebeu a influências que os cachorros do cara tem nele? Não né...a imprensa não se preocupa com coisas importantes. Tem coisas que no disco dos caras, So Many Sunsets, me convidam pra dar uma volta pelo quarteirão, de carro é claro, não gosto de andar a pé, nem de areia na praia, mas prefiro manter os vidros fechados...assim o som não foge e eu não me misturo com a mediocridade que a gente se cerca. Tem horas em que colocar os óculos escuros não adianta. A música entra pelos cantinhos e dilata a nossa pupila que distorce, junto com a guitarra, a nossa provinciana realidade. Então o riso é de felicidade. O cara acerta em cheio. The Beaultiful Girl Behind The Sunglasses...se eu soubesse chacoalhar o que sobrou do meu maltratado corpo, arriscaria uns passos flutuantes sobre aquelas nuvenzinhas gordas e coloridas. Falando com o Beto, ele me contou que o batera, o Giva, toca num estilo meio "espalhado", fazendo rudimentos e tal...é verdade...o cara assobia na bateria...muito interessante. É tipo um assobio ligado num fuzz...muito interessante, mas como eu disse, não sou especialista em música não, sou só um cara que ouve pouquíssimas coisas. Pra fechar, o Transmission tem a formação clássica das boas bandas de seja lá o que fizerem com a sua música. É power trio mesmo. A combinação mais sincera que existe. Quando tocava e acreditava que iria mudar o mundo com as coisas que eu fazia, adorava power trio. Ali ninguém engana ninguém não. Tem que tocar de verdade e bem alto. Só pro dono do bar encher o saco. Pois é, não é o "Coelio" no baixo. Durante algum tempo era uma dupla inseparável. O Beto e o "Coelio" produziram algumas das mais autenticas e instigantes canções feitas por aqui...nas terras gélidas. Só de pensar que o Marcus "Coelio" Gusso não está segurando a responsa dessa vez, já é um alerta. Tem outro cara no baixo, o Andreas. Não conheço o cara. Nem preciso, pra "ver" as frases melodiosas que ele faz. Pessoalmente não é a minha praia. Não sei fazer baixos assim. Por isso admiro quem sabe. O Coelio é muito bom nisso também. Meu negócio e tornar a coisa mais dura possível. Já o Andreas, Ele tem uma leveza que não destoa dos captadores da Gibson - que ano que é mesmo Beto?- nem do assobio maluco do batera. Agora "Time" te pega mesmo...foi a que mais gostei cara...sou saudosista e romântico incurável, apesar de dizer o contrário, e gosto dessas canções que me mandam pra dentro do túnel do tempo e me mostram o 92° esfumaçado e a gente suando e bebendo como se fossemos indestrutíveis...cara...tenho uma maneira maluca de pensar, é tipo assim: quanto menos se sabe sobre qualquer coisa, melhor...mais puro e indefeso perante ela você fica...mais ela te conquista quando tromba teu caminho, seja ela a música ou a garota do bar...quanto a solene ignorância sobre o teu trabalho...considere que, quando eles se tocarem do que você tá fazendo, você já vai estar saindo com a menina do bar...parabéns cara...e olhe que eu sou o cara que não conhece nada e não ouve muita coisa não...parabéns.
o link pra Trama tá aí do lado...
rkjazz - 05/12/2004 às 11h22 AM
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AVISO IMPORTANTE!caros amigos
Ontem, dia 1/12, nosso estúdio foi invadido e levaram os seguintes equipamentos:
1 pedal V-Amp 2 (simulador de amplificador)
1 pedal Tube Screamer Ibanez
1 pedal Digital Delay Ibanez
1 Microfone Shure Beta 58
1 Microfone Le Son Sm 58
1 Mixer/gravador Roland VS 840
1 mixer (mesa de som) Mackie 1202
1 afinador eletrônico Quick Tune
1 grampeador Rocam
1 pedal Boss Multieffect para guitarra com fonte embutida
4 cartuchos de tinta para impressora HP 5056
***o vagal levou também um boné preto escrito "The Clash" em verde (estampa lavada).
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Apesar do grande prejuízo para nossos padrões financeiros, informamos às bandas, artistas e interessados que a programação d'A Grande Garagem Que Grava continua inabalada, o show vai continuar . Nossa parte nós continuaremos fazendo, esperamos que as autoridades policiais façam a delas e que a pessoa que cometeu este ato criminoso seja brevemente levada para trás das grades, pois não é o primeiro arrombamento em empresa aqui do bairro Rebouças, sempre após as 4 da madrugada, e com características similares.
Grande abraço a todos.
Equipe do Estudio Chefatura, Beijo AA Força, Maxixe Machine e A Grande Garagem que Grava.
rkjazz - 03/12/2004 às 05h12 PM
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