Despedida no Texas...ou Texas Trip...
Quando tínhamos 18 anos, eu e Mary decidimos largar a vidinha que vínhamos tendo e sair atrás de um pouco de aventura. Juntamos as nossas economias e caímos na estrada. Andamos um bocado de carona e de trem, então decidimos alugar um Chevrolet 78 Space Wagon por U$ 0,49 cents o quilometro numa daquelas rent a car do Texas. Foi um grande barato botar aquela banheira pra rodar pelas estradas retas e infindáveis do imenso Texas. Paramos a uns 30 km adiante de uma cidadezinha qualquer no meio do nada. Estávamos nos preparando para a nossa primeira noite dentro daquela maravilha sobre rodas quando Mary foi "desdobrar" o banco traseiro pra podermos dormir. Ela soltou uns gritinhos e eu fui ver o que era. Olhei por sobre o ombro esquerdo dela e vi um punhado de notas surradas de U$ 20 e U$ 10 dólares. Estavam numa daquelas valises que os advogados usam. Uma maleta de couro marrom bem surrada. Mary me olhou radiante e disse que deveria Ter mais de cem pacotes naquela valise. Estávamos ricos, disse ela em seguida. A primeira coisa que a gente fez com a grana foi voltar e alugar um apartamento num motel na saída da cidade. Era um motel bem razoável. O que nos agradou foi a imensa piscina aquecida e o fato dele parecer com aquele motel em que o Nicolas Cage e a Elisabeth Shue estavam – apesar de estarmos no Texas e não em Nevada - quando filmaram despedida em Las Vegas. Era o máximo. O motel era de um velho judeu, o Sr. Ziemmeyer, ou qualquer coisa assim. Chamávamos ele e sua velha esposa de Sr. e Sra. Ziggy e tava tudo bem assim. Ficamos umas quatro semanas ali. Às vezes o Sr.e a Sra. Ziggy vinham se juntar a nós na piscina de madrugada. O Ziggy era um sujeito meio estranho. Podia jurar que algumas das vezes ele estava com sombra nos olhos e um traço de batom nos lábios. Essas coisas que as mulheres usam. E tinha uma espécie de "redinha" nos cabelos também. Aquilo me punha nervoso mas ele se mostrava inofensivo. No final da quarta semana, o Sr. e Sra. Ziggy estavam com a gente na piscina. Estávamos tomando umas Dry Vodcas – inventadas pelo próprio Ziggy - e muita cerveja. Então ele falou que a gente deveria Ter feito alguma cagada por aí. Na hora não entendi muito bem onde tudo aquilo iria dar, mas retruquei que não tínhamos feito cagada nenhuma. Ele disse que estávamos gastando grana demais para a pouca idade que tínhamos. Então a Sra. Ziemmeyer saiu da piscina levando mais da metade da água com ela – pelo menos foi o que me pareceu. Então o Sr. Ziemmeyer mencionou o dinheiro na valise marrom. Na hora olhei para Mary. Ela tinha ficado responsável pela grana. Acontece que, ao que parece, ela deixou no mesmo lugar que a gente encontrou. Odiei Mary por isso. Ela e o Sr. Ziemmeyer. Então ele falou que não iria chamar a polícia se a gente saísse fora naquela hora. Que ainda nos daria uns 50 pacotes para prosseguirmos com a nossa aventurazinha. Foi assim mesmo que ele disse. Que já havíamos nos dado bem o suficiente para uns garotos fodidos como nós. Eu só queria pular no pescoço do velho, mas me pareceu que a Sra. Ziemmeyer também estava metida nisso. Ele estava em uma das mesas com uma 45 sobre uma toalha e eu conhecia muito bem o estrago que uma 45 pode fazer quando acerta em cheio. Então resolvi pegar Mary e me mandar logo dali. Aquele velho viado seria sim capaz de nos mandar pro inferno pela grana. Entramos no nosso Chevrolet e nos mandamos, meio bêbados ainda, não acreditando em tudo que tinha acontecido. Rodamos uns 100 km no mais absoluto silêncio. Não queria culpar Mary mas, porra, ela foi muito amadora com a grana. A história não acaba aqui não. Acontece que, quando passamos pela cidadezinha, antes do motel, quando ainda não sabíamos da grana, lanchamos em um posto de beira de estrada. Nesse posto conhecemos dois caras. Zaius e Zack. Dois caras meio andróginos e muito magros que estavam pedindo carona por ali. Mary quis parar pra dar uma força pros caras. Na hora vi que era confusão certa. Zaius era todo psicopata, mas Mary estava eufórica demais com o Chevrolet para perceber qualquer coisa. Paramos e levamos os caras até a saída da Rodovia Intermunicipal. Daí fomos para o meio do nada, onde achamos o dinheiro. Não os vimos mais desde então. Só quando peguei o jornal hoje de manhã, antes do café, em outro posto, a uns 150 km do motel. Pelo que parece, Zaius e Zack acabaram no mesmo motel que a gente estava. Conheceram o Sr. e Sra. Ziemmeyer. Até aí tudo certo. Parece que o Ziggy não usava aquela maquiagem toda de maneira gratuita não. Ao que parece, ele se encantou pela beleza andrógina dos dois caras e resolveu partir pra ofensiva. Parece que ele propôs uma chupada seguida de uma noite de muito sexo com os dois. Não só isso. Parece que disse que isso tudo poderia render aos caras uns 20 pacotes por cabeça. Parece que eles concordaram, mas quiseram ver a grana antes e tal. Acontece que o Sr. Ziemmeyer mostrou...bom...toda aquela grana...Zaius arrancou as bolas do Ziggy com os dentes. Deve Ter sido uma coisa horrível de se ver. Bem na nossa piscina de água a quente. Só que eles não contavam com a Sra. Ziemmeyer e sua 45...realmente...deve Ter sido uma coisa horrível de se ver.
rkjazz - 29/04/2005 às 03h29 AM
[ ] [ envie esta mensagem ]
E saiu matéria na Folha de Londrina - óbvio - sobre a etapa de Florianópolis...rola um cadastrinho para ler a matéria, mas nada que tire muitos pedaços...vocês vão sobreviver...e o Spiegel também...
rkjazz - 27/04/2005 às 07h44 PM
[ envie esta mensagem ]É isso que faz a vida ainda valer a pena...acreditem...

rkjazz - 26/04/2005 às 02h01 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]
E mais uma boa notícia...e essa é para ouvir ao som de DIZEM, texto meu que o Ivan Santos do OAEOZ musicou...como eu disse Ivan...acho que fizemos alguma coisa de errado...talvez a nossa vida inteira esteja errada, não é mesmo?
‘Pessoal, a música Dizem, que tá na parada, passou dos 400 downloads, atrás apenas de Volver (single) e do Superguidis (1 música). Bela marca!”
Fernando Rosa
rkjazz - 25/04/2005 às 09h04 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]
Fodam-se
Não tenho tido cuidado. Pra que Ter cuidado? Pra poupar as pessoas do óbvio, pra poupar os amigos do inevitável, ou quem sabe, para poupar-me de qualquer conseqüência? Ridículo me poupar de qualquer coisa, ainda mais quando acredito em meus motivos e não acredito mais em ninguém. Não vou poupar um fio de cabelo, nem mais um copo quebrado, não vou mais pedir desculpas e não vou mais andar com quem julga Ter a razão na ponta da língua – A sua pequena e mesquinha razão. Existem pessoa demais no mundo para nos aprisionarmos em meia dúzia com uma referencia ridícula de vida – E uma vida bastante pequena que os levará fatalmente ao fracasso. Um vida cheia de sentimentos pequenos, onde não brota a raiva, pois são incapazes de sentir algo que seja verdadeiro. Dizem que sentem o amor, que disso são capazes, pois lá vai – O amor é o mais vil e mesquinho dos sentimentos, o pior entre todos, aquele que cega e nos faz acreditar que somos todos pares uns dos outros, que somos parecidos, que precisamos um do outro para juntos sentarmos à mesa antes do jantar e rezarmos uma prece qualquer. Quem sente o amor reza pedindo perdão e implorando pela morte sem qualquer tipo de dor. Covardes. É disso que eles tem medo, que descubram que são covardes. Por isso se escondem atrás de um sentimento raso, atrás de uma pessoa rasa, atrás daquilo que não acreditam mas que lhes é conveniente e por isso não serão questionado. Quem sente o amor é médio, pequeno. Se alguém um dia lhe disser que te ama, fuja dele. Ele vai tentar te vender os conceitos de uma vida sem falhas e cheia de perdão. Vai tentar te aprisionar em uma gaiola e te fazer cantar pela tua cota de ração. Vai te colocar uma coleira e te por atrás de uma cerca onde você terá de conviver com as tuas fezes. Vai se achar no direito de te dizer o que é certo e o que errado. Vai sugerir a roupa que você deve usar para a porra da festa que ele armou, e mesmo assim, vai te censurar por isso. Vai te dar uma vida cheia de momentos vazios que te tiram o ar dos pulmões. Vai comprar uma corda e deixar ela a vista, junto com a navalha, pra quando você não agüentar mais essa merda toda, pedir perdão pro deus que ele te fez acreditar. Então ele vai rir e dizer que sabia que você era fraco. Que você não era merecedor da sua amizade. Quem é fraco? Foda-se.Ouça meu conselho, fuja enquanto é tempo. Prefiro sentir raiva ao amor, isso sim vai me manter vivo.
rkjazz - às 08h54 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]

TG no Claro que é Rock, por Feféu.
Claro que é rock...??
Passar na "peneira" de 2.300 bandas do Brasil inteiro já é uma vitória, e das grandes. Fomos para Florianópolis com essa certeza. Fomos escalados para a etapa de Santa Catarina acredito que por pura incompetência dos produtores paranaenses - Se foi por "outros interesses", como alguém cogitou, pior ainda. O Paraná tinha que Ter tido uma etapa. É inadmissível um estado com tantas e tão boas bandas não Ter tido a oportunidade de Ter uma eliminatória só com bandas daqui. Digo isso por que o peso de se "jogar em casa" ficou evidente. A estrutura do festival era o que eu esperava encontrar – Hotel de luxo, equipamento e palco de primeira linha, roldies e diretores de palco profissionais. Sentimos falta de um engenheiro de som da banda. Ninguém faz milagres com música, ainda mais quando não conhece o estilo e a equalização de cada uma delas e isso ficou óbvio nos problemas que as bandas tiveram. Nós, ao contrário, não tivemos problemas técnicos nenhum – O que foi um "milagre". Fomos a primeira banda a tocar - Analisando a parte técnica do show isso era muito bom - e não haviam muitas pessoas ainda, o que tira um pouco do "punch" da banda. Quem tocou em eventos grandes sabe do que eu to falando. Num lugar com capacidade para 8 mil, mil fica foda. Bom, o público que estava presente nos recebeu muito bem. Acredito que as pessoas estavam ali, acima de tudo, para se divertir e apoiar as bandas, ou seja, um público que entendeu a proposta do festival. Ainda mais sendo o Terminal Guadalupe uma banda muito nova pra Ter público próprio e ainda por cima sendo de outro estado. Tinha tudo pra dar errado, mas não deu. Fizemos um show como o TG está acostumado a fazer , com "punch". Saímos do palco com a certeza de termos feito um show muito bom . No geral as críticas foram de jornalistas que viram pela primeira vez a banda, mas houve um consenso de que o TG foi, no ponto de vista deles, "competente". Durva Rezende, do Diário Catarinense -SC, relatou que o som estava meio distorcido e que uma das guitarras estava alta e isso tinha atrapalhado a compreensão das letras. Vimos o show em filmagens de ângulos e posições diferentes em relação ao palco e de fato, do lado esquerdo do público, próximo ao palco, também tivemos essa impressão. Mas isso não era nosso problema, ao contrário. Talvez o erro foi não Ter um engenheiro de som que soubesse tirar proveito do excelente equipamento que estava a disposição. Quando vimos a captação de áudio e vídeo do centro do palco (platéia), essa estava perfeita. Talvez a posição em que o jornalista se encontrava não estava numa faixa com uma boa equalização, isso acontece, mas não tínhamos como ajeitar isso, pois o que nos cabia ajeitar, o palco, estava perfeito. A outra crítica veio de Juliana Girardi, da Gazeta do Povo -de Curitiba , PR. Ela também ressaltou que o TG foi "competente", mas que a performance da banda foi "meio forçada". Isso eu atribuo ao total desconhecimento da banda por parte dela. Se ela tivesse visto qualquer dos shows do TG em Curitiba – Vox, Café Curaçao, 92°, Era só o que Faltava - ela saberia que os caras da banda são exatamente assim. Que o Dary ocupa os espaços, que o Allan enlouquece e surta, no melhor estilo "grunge" de ser. Quando toquei com os caras da primeira vez, também me surpreendi. Depois vi que era natural da personalidade de cada um, e isso a banda tem de sobra. Acho que a imprensa paranaense deveria acompanhar mais de perto o que está acontecendo, o que é notícia e deixar um pouco as amizades de lado, ou seja, menos amadorismo e conchavos e mais profissionalismo na hora de passar os fatos – se é que vão passar alguma coisa. Acho que isso foi outra decepção. Além de não termos uma etapa aqui no Paraná, a cobertura da imprensa curitibana foi um fiasco total. Digo isso pelos Los Diaños também, que não foram procurados em nenhum momento depois de divulgada a sua classificação para o festival. Sem mais comentários. Não vi o Liss – A outra banda que empatou com o Spiegel – mas sei que o som deles não me atrai. Vi o Pipodélica – que teve uma enxurrada de problemas técnicos e deve ser por isso que a performance foi muito prejudicada – Vi os caras no CPF e posso afirmar que o show deles aqui em Curitiba foi muito superior. Vi também o Spiegel, a banda que venceu. Sério? Isso foi uma piada, não é? Os caras chegaram com um discurso de "minoria sei lá da onde" muito batido e ultrapassado, com um som clone de Charlie Brown Jr. ( quem sabe com a dissolução do Charlie, as mentes Rick Bonadio da vida tenham visto aí um ganha pão?), ofenderam o público presente e se julgam melhor que as pessoas que estavam lá vendo eles tocarem. Que pagaram sim R$30 paus pra ver a porra do show dos "mano" também. Acontece que muita gente ali rala e tem grana por isso, então negão, não dá uma de gostosão da periferia aí que não cola não. Porra, então por que eles mandaram material pra participar do festival? Pra tocar pros playboys, como eles mesmo disseram? Acho que a comunidade do D2 tá meio perdida depois que o mestre tocou pra Daslu – e levou uma boa grana "falando mal" do sistema que tava pagando ele e tal. Tem algum problema aí, não tem? Na hora que eles tavam levando água e cerva na cabeça – O vocal jogou água primeiro na galera e mereceu o que veio depois – Falei pra Nina – Ganharam, esses palhaços ganharam por pura ingenuidade dos jurados. E foi o que aconteceu. Segundo o divulgado, deu empate técnico entre Liss – que eu não vi e não posso falar nada – e os "mano". Daí rolou um voto por torpedo e tal e o Spiegel levou. Puta injustiça pois, na minha opinião e da maioria do público presente, quem deveria Ter levado era os Diaños e sua competente geleia de ritmos e estilos – Digo isso apesar dos problemas técnicos que a banda também teve - pois fez o público dançar e não foi só a galera "coxa branca" não, foi a vermelha e preta, a rosa e verde, a preta e branca, a roxa e o caralho a quatro...entenderam né. Mas valeu pela receptividade, a amizade, a atenção da IMPRENSA LOCAL de FLORIANÓPOLIS, ao TG que tá de parabéns, pela oportunidade de tocar com a Liss, Pipodélica, Spiegel e Diaños – Foi uma pena caras – a vida segue.
rkjazz - às 02h18 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]
Depois do Claro que é Rock...claro que é Morphine...com o Iris.

rkjazz - 19/04/2005 às 09h02 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]
E saiu na Folha de Londrina...tinha que ser em um jornal fora de Curitiba...
rkjazz - 15/04/2005 às 01h47 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]
A morte nos acompanha. É nossa companheira, sorrateira e misteriosa. A morte encontrou o papa, e ele jurou que ela encontrou Cristo. A morte nos seduz e nos faz pensar que dormir e sonhar é o mais próximo de estar morto. Quando penso na morte, penso nas pessoas que vão ficar aqui, bebendo e lembrando do canalha que eu fui. Isso vai ser legal. Um brinde a isso. Penso nos meus baixos, quietos no canto. Talvez alguém os venda pra pagar alguma conta. Pode ser. Eles não serão mais úteis - pelo menos não pra mim. Penso no gato esticado no tapete da sala, com seus brinquedos e ninguém mais por perto pra brincar. Quando penso na morte, penso em alguma coisa perto da libertação, do não sentir mais fome, frio ou o que quer que seja. Também não vou mais trepar – não sei se gosto disso. Penso em Jaco Pastorius. Penso nos seus filhos que ficaram com uma sombra imensa de genialidade extinta. Prematuramente extinta. Brutalmente extinta. Penso se eles ainda ouvem seus discos, em busca de alguma coisa escondida, em busca de um detalhe a mais do pai que ele foi. Penso na hora que ele foi embora, deixando seu velho Fender Jazz Bass pra trás. Ele foi um grande homem, sem dúvida. Deixou uma herança que poucos, muito poucos podem deixar. Deixou sua vida pra trás, e uma obra insuperável. Lembro do Bortolotto falando que ia deixar somente livros com textos de teatro e poesia pra Isabela. Poxa, que privilégio incrível o dela. Tudo que os filhos precisam é disso mesmo, um bom exemplo a ser seguido. Não é de dinheiro ou sei lá o que mais, isso é com eles. Precisam sim saber que o pai tinha um puta caráter e um dom divino que inspirou tantos outros a fazerem a mesma coisa, ou tentarem - e isso já é muito importante. Que ele foi sincero até o fim com isso e levou ate as últimas conseqüências. Penso que existem poucos caras assim hoje em dia. Tenho pensado muito na morte ultimamente.
rkjazz - às 02h49 AM
[ envie esta mensagem ]As verdadeiras Torres Gêmeas...estas se auto-implodiram...uma pena.

rkjazz - às 02h03 AM
[ ] [ envie esta mensagem ]
Gostaria de agradecer a imprensa curitibana pela divulgação e entrevistas com a gente, TG e o Los Diaños, sobre o "Claro que é Rock"...realmente vocês deram um banho...de amadorismo...espero nunca mais ouvir falar de vocês...obrigado.rkjazz - 14/04/2005 às 05h16 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]
Mais notícias do Tg, abrindo pro Placebo...isso é só o começo...aguardem...ainda vamos abrir pro..e pro...
Notícias do Terminal Guadalupe
rkjazz - às 04h04 AM
[ ] [ envie esta mensagem ]
Faço minhas as suas palavras, meu amigo...
rkjazz - 13/04/2005 às 03h26 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]
Porra, ainda não caí na real...mas olha só o que me fez parar o carro no meio da rua e sair berrando no celular...
http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI508779-EI1267,00.html
rkjazz - 12/04/2005 às 02h47 AM
[ ] [ envie esta mensagem ]
E o Leo Vinhas continua aprontando. Olha só o que o cara me chamou pra fazer - MAPA GORDURAMA - . Bom, é foda isso. tem uma porrada de coisa que eu não lembro - minha memória etílica já não é mais a mesma. Tentei, juro que tentei...abraço Leo.
rkjazz - 10/04/2005 às 04h01 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]
Essa é só uma das fotos que o Wellington Dias - Gramophone - tirou lá no OUTS, em sampa. Porra, que noite...Ah! Nessa hora tava rolando Morphine...

Iris no OUTS- SP - 01/04/2005 by Wellington Dias
O link tá aqui ó Gramophone
rkjazz - às 03h15 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]
E olha só o que o brother Leonardo Vinhas viu em sampa, no dia 1°de abril. Porra Leonardo, você é foda. Grande abraço cara e apareça.
http://www.screamyell.com.br/musicadois/oaeozaovivo.htm
rkjazz - 08/04/2005 às 10h33 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]
E hoje recebi um e-mail do Markito, de São Paulo. Pra quem não conhece o cara, ele é o responsável - um dos - pelo programa "Lado C", da Rádio do Centro Cultural São Paulo. Pois é, acontece que o Marquito gravou os shows que fizemos no CCSP - OAEOZ e Iris - e fez uma entrevista inteligente e despojada - como deveriam ser todas as entrevistas. Foi muito agradável e bacana. O programa com o OAEOZ e o Iris deve entrar no site lá por setembro, mas enquanto isso, vale a pena ficar ligado no que os caras estão aprontando por lá. Grande abraço Markito e obrigado a toda a equipe do "Lado C", que tá fazendo ao invés de ficar enchendo o saco e dizendo que não dá pra fazer e blá blá blá...valeu!
www.centrocultural.sp.gov.br/radio/radio.htm
rkjazz - às 04h28 PM
[ envie esta mensagem ]E tem o "Diário de Bordo" dos La carne sobre os "show" em sampa...não preciso dizer nada, só obrigado aos caras que armaram tudo isso...Linari, Jorge, Carlinho, Sid, ao pessoal do FUD - puta banda bacana - ao OAEOZ, ao Bortolotto e aos caras do Iris...valeu...
Chegando lá, vá ao link do "Diário de Bordo"...concentre-se...você vai conseguir achar...
rkjazz - 05/04/2005 às 05h50 PM
[ envie esta mensagem ]E tem a resenha do CD "Às Vezes Céu", do OAEOZ no Senhor F. Confiram.
rkjazz - às 04h27 PM
[ envie esta mensagem ]Please Kill me...ou para Lou mesmo.
As minhas botas estão ao lado da cama. Ao lado delas as minhas calças
surradas. Dá pra ver, pelo canto do espelho quebrado, que a noite de ontem
foi a melhor. A mais intensa. Dá pra ver as marcas nas tuas costas, sentir o
ar ainda com a mistura de sexo&suor. Dá pra ver que você se esforçou muito
pra me fazer chegar lá. Eu respeito isso. Sério que respeito. Mas tenho que
dizer que chegar lá não é o ponto. Todos chegam lá. Eu quero passar de lá,
desse lugar dormitório dos desejos onde todos voltam quando se perdem, sem
referências dos sentimentos e sentidos. Não quero te chatear, mas você é
lindo quando visto de costas, só isso. Não quero que você saia agora, antes
do meio-dia, porque o sol pode queimar pedaços da tua pele e isso estragaria
todo o seu encanto. Não quero que você pense que é um objeto, você é mais
que um objeto, pode ter certeza que sim. A minha demora em definir você te
incomoda, eu sei, mas é que não quero errar e sinto que posso quando estou
sem concentração pra isso. Espero que você tenha tanta habilidade assim
daqui a dez anos. Daqui a cem anos. Que você permaneça inalterado como as
pequenas partículas que existem por aí e que volta e meia entram pelas
narinas. Posso sentir o cheiro, sabia? O cheiro da idade sendo perdida, da
vontade te consumindo, do medo em frente ao que você chama de você mesmo.
Sou como um cão de caça. Farejando o terreno e então partindo pra cima até
encurralar a presa. Somos parecidos nisso. Eu na dianteira – você me faz
pensar assim – e você na sua submissão. Somos perfeitos um para o outro.
Somos o resumo de toda uma geração falida. Somos o obituário de uma
juventude onde os milagres não aconteceram e a decepção se tornou nosso meio
de vida, nosso sustento. Somos a grande atração na loja de horrores. No
carnaval nos ignoram por não sermos exatamente felizes o bastante. Com
nossas roupas pretas, com nossos adereços. Com a nossa vulnerabilidade
estampada em grandes olhos verdes. Esses somos nós. A fantasia de um deus
Dionísio qualquer. A nossa própria fantasia.
rkjazz - às 01h12 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]
Foto do Show do Terminal Guadalupe no 7° CWB Calling, 92°...por Feféu...grande foto.

rkjazz - às 03h24 AM
[ envie esta mensagem ]